Segunda-feira, Outubro 13, 2008

Bicicletários em Sampa

Os primeiros quatro bicicletários foram inaugurados em 27 de setembro, no mesmo dia que a Prefeitura entregou um trecho de 6 quilômetros da ciclovia às margens da Avenida Radial Leste. Inspirado no serviço municipal de bicicletas de Paris, o projeto paulistano foi elaborado pelo Metrô em parceria Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente. A idéia é que, nos próximos anos, todas as estações da rede metroviária ofereçam aluguel de bicicletas e/ou pára-ciclos (espaços para acorrentar bicicletas).


Sacanagem essa ilustração... ter bike pra ficar empurrando? Seria falta de ciclovias?


Com as inaugurações, haverá 350 vagas de "estacionamento" e 80 bicicletas para empréstimo - 10 por estação. O aluguel não está vinculado à utilização do Metrô. Mas, para sair pedalando, é preciso preencher um cadastro, apresentar o RG e o CPF e, pelo menos por enquanto, possuir um cartão de crédito. Os quiosques não aceitam cheque, dinheiro e nem cartão de débito. A primeira hora é gratuita e, daí em diante, o custo é de R$ 2 por hora. Os bicicletários funcionam de domingo a domingo, inclusive nos feriados, das 6 às 22 horas. Como o sistema é interligado, é possível alugar a bicicleta numa estação e devolver em outra.

Quem já testou o serviço aprovou. "É perfeito!", disse o consultor em tecnologia da informação Mário Henrique Costa Silva, de 26 anos, que na tarde de ontem alugou uma bicicleta na Estação Carrão para ir até seu futuro apartamento, distante 4 quilômetros do Metrô. "A pé eu levaria de 25 a 30 minutos. De bicicleta gastei 5 minutos e ainda me exercitei." Recém-chegado de uma temporada de um ano em Londres, o consultor em informática Yuri Remédio, de 23 anos, ficou animado com a iniciativa. "Usava muito o serviço de bicicletas públicas na Inglaterra, isso é superútil", comemorou.


Fonte: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20081010/not_imp257172,0.php

1 comentários:

My HomeOffice by Rosalina Taques disse...

Oi Bea,
Obrigada pela visita em meu blog. Sobre meu processo de criação para publicações, leio sim os originais. Muitas vezes a apresentação/introdução do livro já me diz tudo que preciso saber, mas em outros casos (como esse do Dicke), tenho que ler uma boa parte do livro. Mas também há outras coisas que auxiliam na hora de criar... uma troca de ideias com o autor e com o editor, por exemplo. Depois dou aquela chaqualhada na cabeça pra juntar todas as infos para, aí sim, poder iniciar os estudos e rascunhos do projeto.... marromeno isso,rsss
Bjocas