A tecnologia do primeiro mundo se faz as custas da Africa. O diamante necessário para montar playstations sai de lá, assim como os minérios para os celulares. No ginásio estudei que o mapeamento e corte da Africa gerou várias guerras entre tribos, como se fosse um problema geográfico. Hoje acredito que essas chacinas foram incentivadas pelos colonizadores para que não houvesse união e desenvolvimento entre as tribos, e assim segue até hoje. Na recente guerra no Quenia e em Ruanda foram grupos de empresários que financiaram a compra de armas para as tribos.
Conhecendo um pouco mais as políticas de drogas eu percebo como os EUA são extremamente individualistas e estrategistas em todos os sentidos. Eles não confiam nem na Interpol, que aparenta fazer um bom trabalho. "Compraram" a Colombia, que tem sua produção de cocaina sustendada pela demanda americana, e comandam o tráfico que passa pela Africa. O que me deixa indignada é ver esse combate teatral em países pobres da América Latina e da Africa. Se os EUA não confiam em ninguém, não fazem uma rede de comunicação, não envolvem pessoas, então nada funciona. Se eles quisessem mesmo combater o tráfico, fariam um melhor controle das drogas que chegam por lá, muito mais simples. Nos bastidores as drogas e as armas rodam o mundo como mais um simples produto, por containers em grandes embarcações, passando por alfandegas e com documentação laranja. Mas que tudo tá registradinho, isso tá.
Mas voltando ao Hussein Obama, um mulçumano que de cara conseguiu agradar o excluido mundo islamico. Ele é a galinha dos ovos dourados. Como os EUA poderiam se considerar potencia MUNDIAL se as nações arabes já não colaboram com eles? Gerar altos custos bélicos já não dá mais pro governo americano. Mas calma, todos os conflitos se acabaram! Pois chegou um outro Hussein na parada.
A política energética que Obama quer implantar realmente não tem motivos para comprar etanol brasileiro a preço de banana. Afinal, os norte-americanos vão voltar a ser "parceiros" dos Arabes no comércio do petróleo. O grande problema (onde o circo pega fogo) do Oriente Médio é que lá se o presidente não seguir o que o povo quer, ele sai do cargo bonitinho (ou não, em caso de assassinato). Ou seja, se o Hussein Obama não agradar a população que tem um ódio mortal pelos EUA e só investir em negociações com os políticos, o heroi corre um sério risco de ter a mesma história conspiratória do Kennedy.
A política internacional é uma verdadeira briga de foices, vamos ver se o mocinho da história resolve os problemas do mundo na Sala da Justiça.
1 comentários:
Na verdade o titulo deveria ser estados-unidenses, pois o Canada e o Mexico tambem são norte-americanos.
bjus, Elo
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