Vejamos:
- Em Paris, foram disponibilizadas 20,5 mil bicicletas públicas, 400 km de ciclovias interligadas e 750 estações. A tarifa anual é de 29 euros, e o plano diário é de 1 euro ou R$ 3,23.
- Já o programa “Rio – Estado da Bicicleta” disponibilizou 100 bikes, a cidade tem 140km de ciclovias que não se interligam e oito estações instaladas em Copacabana. Caso a bicicleta não seja devolvida, será descontado R$ 350 do usuário. As tarifas custam R$ 10 por um passe diário; R$ 30 pelo semanal; e R$ 350 pelo anual.


Meu comentário? Eu acho que as bikes deveriam ser menos luxuosas e mais básicas, seguindo modelos de Barcelona e da Holanda, e não o requinte e o glamour de Paris. Mas como essa medida é para agradar turistas descontentes com a falta de opção para pedalar, deverá servir pra quebrar um galho. O problema é que tudo está sendo financiado pelo PAC.
Enquanto isso, em Brasília...morreram 46 ciclistas nos últimos 9 meses. O mais recente foi um senhor de 48 anos que eu cheguei a ver pedalando aqui no Lago Sul. O motorista do Honda Civic que o matou se eximiu da culpa. Mas euzinha sei muito bem quem foi o culpado. Já senti na pele a falta de respeito para com os ciclistas. Em quatro meses devo ter usado a minha bike por umas 5x, e em todas eu quase fui atropelada.
1 comentários:
Não tem como funcionar no Rio, a cidade não oferece segurança alguma.
No Brasil as idéias, na maioria das vezes, são cópias e no final, sequer saem como programado.
Eu queria ver ele soltando as mãos no Rio de Janeiro...mas aí a cena seria de alguém que o parou no sinal, tipo mãos ao alto mesmo.
"Por mim"
:)
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